Pegadas Pré-Históricas

Saber quando dizer "sim" ou "não"... É a arte de educar

Como ouvir os pequenos? De que forma impor limites? Será que punições educam? São tantas as dúvidas… Por isso, um artigo chamou a nossa atenção e traz algumas reflexões importantes para nós que, como adultos, somos referência para crianças.
Uma das inspirações para saber como agir é pensar na própria infância: o que foi bom, o que trouxe tristezas, o que não fez bem? Este é um ponto de partida, ou seja, não repetir com nossas crianças as práticas ineficazes, impostas por adultos, que vivenciamos quando também éramos pequenos.
Ao mesmo tempo, vale reforçar nessa relação o que nos trouxe satisfação e alegria quando pequenos.
Outros pontos que o artigo levanta, e que vale pensar a respeito, se resumem em quatro atitudes: escutar, dialogar, valorizar e argumentar.
Quando falamos em escuta, tratamos de acolher as perguntas e as curiosidades dos pequenos. Tem dias que eles estão a mil. Querem saber de tudo, pedem nossa total atenção, porque precisam descobrir quem são, em que mundo vivem, com quem se relacionam. Mandar que fique quieta ou responder de forma rude pode intimidar a criança e, em pouco tempo, ela se fechará. Mais tarde, qualquer troca com ela se tornará difícil. Dialogar é tudo. Castigos, segundo o artigo, não ajudam a estabelecer o vínculo, a conexão, o bate-bola que precisamos ter com os pequenos. Se quando eles erram a gente os castiga, quebra-se o vínculo e gera na criança uma insegurança enorme, porque ela não entende a punição. Conversar, explicar, ser exemplo são as melhores condutas.
A valorização da criança se opõe a algumas condutas consideradas ineficazes, como a rotulação e comparação. Falar que o pequeno não é tão esperto ou inteligente como o amiguinho ou irmão é fomentar nele a insegurança e falta de amor próprio. Outra conduta que o artigo condena é conversar com outro adulto em voz alta sobre a criança na frente dela, como se ela não estivesse ali. Por exemplo, fazer uma crítica negativa da criança para outro adulto ou um comentário que a ridicularize, expondo-a.
Para ler o artigo completo, clique aqui.

 

 

 

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